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Injeção eletrônica: a luz acendeu, e agora?

Injeção eletrônica: a luz acendeu, e agora?

Desde que passamos pela revolução industrial no final do século XX até os dias de hoje, quando estamos vivenciando algumas décadas de revolução tecnológica, muita coisa mudou às custas de muita exploração dos recursos naturais, porém a tecnologia também tem nos ajudado a manter a esperança de conseguir reduzir parte destes impactos causados pelas atividades humanas.

Para se ter uma idéia, hoje em dia temos uma população mundial de aproximadamente 7,7 bilhões de pessoas e uma frota mundial de carros de mais de 1,2 bilhões de veículos. Podemos dizer que existe, praticamente, um carro a cada seis pessoas no mundo. A verdade é que se não fosse uma pequena evolução tecnológica com a qual já estamos até acostumados ou esse número de veículos não seria possível ou já estaríamos sem atmosfera ou ar puro para respirar. Sim, estamos falando da injeção eletrônica e é sobre este dispositivo tecnológico essencial que vamos falar neste artigo. Continue lendo!

O que é a injeção eletrônica?

A injeção eletrônica é um sistema responsável por gerir de forma inteligente e equilibrada a distribuição e queima do combustível necessário para o funcionamento de um motor. Esta tecnologia foi inventada pela empresa Robert Bosch no ano de 1912, tendo sido utilizada originalmente em motores de aviões. No decorrer do século os sistemas de injeção eletrônica foram continuamente aprimorados e experimentados, sendo popularizados e largamente produzidos principalmente a partir da década de 1980.

Aqui no Brasil essa evolução demorou um pouco mais a chegar, tendo se popularizado de fato em meados da década de 1990. Atualmente o uso desse dispositivo é regra geral na fabricação de veículos de passeio, sendo, inclusive, obrigatório na grande maioria dos países devido aos tratados ambientais internacionais no que toca ao controle na emissão de gases poluentes.

Para que serve a injeção eletrônica?

A injeção eletrônica foi desenvolvida como alternativa que possibilitasse a substituição do famoso carburador (que ainda vemos muito por aí em carros mais antigos). A função deste sistema é injetar controladamente as quantidades corretas de ar e combustível para realizar a queima que resulta no movimento do motor.

As principais funções do sistema eletrônico de injeção de combustíveis são: a melhoria no desempenho do carro evitando excessos ou falhas, encontrando a quantidade exata de combustível a ser liberada para cada situação; este gerenciamento também reduz consideravelmente o consumo de combustível, tornando o carro, portanto, mais econômico; o funcionamento do sistema também reduz de forma significativa a emissão de gases poluentes ao promover uma queima otimizada.

Além destes, a injeção eletrônica também é responsável pelo controle da marcha lenta e do tempo de ignição. O trabalho da injeção eletrônica é realizado por meio de uma série de componentes, sobre os quais trataremos no tópico a seguir.

Quais os principais componentes do sistema de injeção eletrônica?

Podemos separar os componentes da injeção eletrônica em três grupos principais: a central de informações, os sensores e os autuadores.

Os sensores são distribuídos em diferentes pontos do motor, sua função é captar o máximo de dados possíveis do funcionamento do motor para que estas informações sejam utilizadas na distribuição perfeita e exata do combustível. São os sensores que identificam e mensuram as proporções de combustível e ar, a pressão do motor, a temperatura, a rotação, dentre outras variáveis.

A central de informações é, por assim dizer, o cérebro do sistema, este componente eletrônico interpreta as informações captadas pelos sensores e comanda a injeção do combustível, conectando as funções dos sensores com o funcionamento dos autuadores. Além de processar estas informações a central também possui uma memória interna onde ficam armazenados os valores de referência e parâmetros de fábrica.

Os autuadores são a ponta final do processo de injeção eletrônica, são os responsáveis diretos pelo processo de injeção e combustão dentro do motor, comandados pela central de informações. São considerados autuadores a ventoinha de arrefecimento, a bobina de faíscas, o motor de passo e, claro, a bomba de combustível e os injetores.

Como funciona a injeção eletrônica?

No momento que é dada ignição em um veículo os pistões entram em um movimento de sobe e desce, os sensores de rotação da injeção eletrônica sinalizam este evento para a central. O movimento dos pistões provocam o fluxo do ar, que é medido por outro sensor que informará a quantidade de ar admitida à central de informações que, por sua vez, se baseará nessas informações para definir a proporção perfeita de combustível que será destinada aos bicos injetores para sua liberação no motor.

Como identificar problemas na injeção eletrônica?

Um dos autuadores do sistema é aquele sinal luminoso (normalmente em formato de motor, sempre na cor vermelha ou amarela) que aparece no painel do seu veículo quando você dá partida. Este luminoso é conectado à central de informações que por sua vez se comunica com os sensores também como forma de identificar qualquer defeito ou mal funcionamento no decorrer do processo.

Quando esse sinal se acende ou pisca é sinal de que algo de errado está acontecendo no sistema. Porém, não se confunda, é comum que toda vez que você der partida no seu carro esta sinalização se acenda e apague depois de alguns segundos. Este procedimento, no caso, é normal e não significa que há algo de errado com a injeção eletrônica.

Outros sinais perceptíveis de falhas no funcionamento do sistema são: perda de potência, “engasgamento” em marchas lentas, dificuldade para dar partida, excesso de fumaça no escapamento, aumento no consumo de combustível.

Na ocorrência de qualquer um destes sintomas, ou caso o sinal luminoso acenda ou pisque durante o funcionamento do carro, você deve se dirigir o quanto antes a uma oficina de confiança para detectar o que está causando o mal funcionamento. A manutenção preventiva envolve realizar a limpeza dos bicos injetores, utilizar combustíveis aditivados que aumenta a vida útil do sistema e a cada revisão solicitar ao mecânico que utilize um aparelho chamado scanner que serve para conferir o funcionamento dos componentes da injeção eletrônica.

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